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Vaccari Advocacia, Direito Imobiliário
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Contrato de locação sobre a mesa, com pastas separadas por inadimplência, revisão de aluguel, renovação, rescisão, contratos e garantias

Locações e conflitos locatícios em Santa Catarina

As­ses­so­ria ju­rí­di­ca para lo­ca­do­res e lo­ca­tá­rios em ques­tões en­vol­ven­do con­tra­tos de lo­ca­ção, ina­dim­plên­cia, des­pe­jo e con­fli­tos re­la­ci­o­na­dos ao imó­vel.

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Direito das locações

A re­la­ção en­tre lo­ca­dor e lo­ca­tá­rio é re­gi­da pela Lei 8.245/1991 e pelo con­tra­to fir­ma­do en­tre as par­tes. Boa par­te dos con­fli­tos nas­ce de cláu­su­las im­pre­ci­sas, de obri­ga­ções não cum­pri­das ou de dú­vi­das so­bre pra­zos, re­a­jus­tes e ga­ran­ti­as.

A atu­a­ção abran­ge tan­to quem alu­ga quan­to quem mora ou ocu­pa o imó­vel, em ques­tões ju­di­ci­ais e ex­tra­ju­di­ci­ais re­la­ci­o­na­das à lo­ca­ção ur­ba­na.

Como po­de­mos aju­dar

Situações atendidas

01

Ação de despejo

Atu­a­ção em si­tu­a­ções que po­dem en­vol­ver a re­to­ma­da do imó­vel, como ina­dim­plên­cia, tér­mi­no da lo­ca­ção e des­cum­pri­men­to de cláu­su­las con­tra­tu­ais.

02

Cobrança de aluguéis e encargos

Me­di­das re­la­ci­o­na­das a alu­guéis em atra­so, en­car­gos da lo­ca­ção e de­mais obri­ga­ções pre­vis­tas no con­tra­to.

03

Contratos de locação

Aná­li­se, ela­bo­ra­ção e re­vi­são de con­tra­tos, cláu­su­las, pra­zos e con­di­ções da re­la­ção lo­ca­tí­cia.

04

Conflitos entre locador e locatário

Ori­en­ta­ção e atu­a­ção em di­ver­gên­cias de­cor­ren­tes da lo­ca­ção, in­clu­si­ve quan­to ao uso e à con­ser­va­ção do imó­vel.

05

Revisão e ação renovatória

Ques­tões re­la­ci­o­na­das à re­vi­são do va­lor do alu­guel e à re­no­va­ção da lo­ca­ção, ob­ser­va­dos os re­qui­si­tos le­gais.

06

Notificações extrajudiciais

Ela­bo­ra­ção e aná­li­se de no­ti­fi­ca­ções re­la­ci­o­na­das à lo­ca­ção, que em di­ver­sas hi­pó­te­ses an­te­ce­dem a via ju­di­ci­al.

07

Rescisão do contrato

Atu­a­ção em des­fa­zi­men­to da lo­ca­ção, de­vo­lu­ção do imó­vel, mul­tas e acer­to de con­tas en­tre as par­tes.

08

Consignação de aluguéis

Me­di­da ca­bí­vel quan­do há re­cu­sa no re­ce­bi­men­to ou dú­vi­da so­bre a quem o pa­ga­men­to deve ser fei­to.

09

Garantias locatícias

Ques­tões en­vol­ven­do fi­an­ça, cau­ção, seguro-fiança e de­mais ga­ran­ti­as pre­vis­tas na le­gis­la­ção.

Cada situação em detalhe

As me­di­das abai­xo têm re­qui­si­tos e pra­zos pró­prios. A es­co­lha da via ade­qua­da de­pen­de do con­tra­to, do que foi cum­pri­do por cada par­te e do que já foi co­mu­ni­ca­do en­tre elas.

Ação de despejo

É a via ju­di­ci­al para re­to­ma­da do imó­vel lo­ca­do. O fun­da­men­to muda tudo: fal­ta de pa­ga­men­to, tér­mi­no do pra­zo, des­cum­pri­men­to de cláu­su­la ou de­nún­cia va­zia se­guem ri­tos e exi­gên­cias dis­tin­tas. Em al­gu­mas hi­pó­te­ses a lei ad­mi­te pe­di­do de de­so­cu­pa­ção li­mi­nar me­di­an­te cau­ção; em ou­tras, não. A aná­li­se co­me­ça pelo con­tra­to e pelo que já foi co­mu­ni­ca­do ao lo­ca­tá­rio.

Cobrança de aluguéis e encargos

Alu­guéis ven­ci­dos, con­do­mí­nio, IPTU e de­mais en­car­gos pre­vis­tos no con­tra­to po­dem ser co­bra­dos ju­di­ci­al­men­te. A co­bran­ça pode cor­rer so­zi­nha ou cu­mu­la­da com o des­pe­jo na mes­ma ação, o que cos­tu­ma ser mais efi­ci­en­te. O con­tra­to de­fi­ne quais en­car­gos são exi­gí­veis e de quem.

Contratos de locação

A mai­or par­te dos con­fli­tos nas­ce de cláu­su­las im­pre­ci­sas: re­a­jus­te, pra­zo, ben­fei­to­ri­as, res­pon­sa­bi­li­da­de por re­pa­ros, con­di­ções de de­vo­lu­ção e mul­ta por res­ci­são an­te­ci­pa­da. A re­vi­são an­tes da as­si­na­tu­ra cus­ta uma fra­ção do que cus­ta dis­cu­tir de­pois.

Conflitos entre locador e locatário

Di­ver­gên­cias so­bre uso do imó­vel, obras, ba­ru­lho, re­pa­ros, de­vo­lu­ção da cau­ção e es­ta­do do bem na en­tre­ga. Nem todo con­fli­to exi­ge pro­ces­so: a no­ti­fi­ca­ção bem re­di­gi­da re­sol­ve par­te re­le­van­te de­les.

Revisão do aluguel

Quan­do o va­lor pac­tu­a­do se dis­tan­cia do pra­ti­ca­do no mer­ca­do, a lei ad­mi­te a re­vi­são ju­di­ci­al após três anos de vi­gên­cia do con­tra­to ou do úl­ti­mo acor­do. De­pen­de de pro­va do va­lor de mer­ca­do.

Ação renovatória

Aplica-se à lo­ca­ção não re­si­den­ci­al e ser­ve para re­no­var o con­tra­to con­tra a von­ta­de do lo­ca­dor. Tem re­qui­si­tos cu­mu­la­ti­vos ri­go­ro­sos e pra­zo de­ca­den­ci­al pró­prio para o ajui­za­men­to — per­der esse pra­zo in­vi­a­bi­li­za a ação.

Notificações extrajudiciais

Em vá­rias hi­pó­te­ses a no­ti­fi­ca­ção é con­di­ção para a ação, e em ou­tras ser­ve para cons­ti­tuir o de­ve­dor em mora ou co­mu­ni­car a não re­no­va­ção. A for­ma e o pra­zo va­ri­am con­for­me a fi­na­li­da­de.

Rescisão do contrato

Des­fa­zi­men­to an­tes do ter­mo, de­vo­lu­ção do imó­vel, mul­ta pro­por­ci­o­nal ao tem­po res­tan­te e acer­to de con­tas. Há si­tu­a­ções em que a mul­ta não é de­vi­da, como a trans­fe­rên­cia de lo­cal de tra­ba­lho pelo em­pre­ga­dor, ob­ser­va­dos os re­qui­si­tos le­gais.

Consignação de aluguéis

Ca­bí­vel quan­do o lo­ca­dor se re­cu­sa a re­ce­ber, quan­do há dú­vi­da so­bre a quem pa­gar, ou quan­do o re­ce­bi­men­to é con­di­ci­o­na­do in­de­vi­da­men­te. Per­mi­te ao lo­ca­tá­rio pa­gar e afas­tar a mora.

Garantias locatícias

Cau­ção, fi­an­ça, seguro-fiança e ces­são fi­du­ciá­ria. A lei veda a exi­gên­cia de mais de uma mo­da­li­da­de no mes­mo con­tra­to, e cada ga­ran­tia tem con­se­quên­cias pró­prias na co­bran­ça e na exe­cu­ção.

Antes de decidir a medida

O con­tra­to de lo­ca­ção e o his­tó­ri­co de pa­ga­men­tos são o pon­to de par­ti­da. Mui­tas dis­cus­sões se re­sol­vem na lei­tu­ra das cláu­su­las, sem ne­ces­si­da­de de pro­ces­so.

Ação de despejo

A ação de des­pe­jo é o ins­tru­men­to pelo qual se dis­cu­te ju­di­ci­al­men­te a re­to­ma­da do imó­vel lo­ca­do. Ela pode ter fun­da­men­tos dis­tin­tos — ina­dim­plên­cia, tér­mi­no da lo­ca­ção, des­cum­pri­men­to con­tra­tu­al e ou­tras hi­pó­te­ses pre­vis­tas na Lei 8.245/1991 — e cada fun­da­men­to exi­ge re­qui­si­tos e pro­vi­dên­cias pró­prias.

A aná­li­se co­me­ça pelo con­tra­to e pelo his­tó­ri­co da re­la­ção: o que foi pac­tu­a­do, o que foi cum­pri­do, quais co­mu­ni­ca­ções exis­ti­ram e qual a si­tu­a­ção atu­al do imó­vel. É essa lei­tu­ra que de­fi­ne o fun­da­men­to apli­cá­vel e se há al­gu­ma pro­vi­dên­cia pré­via ne­ces­sá­ria.

Seu problema envolve aluguel, contrato ou ocupação do imóvel?

Ex­pli­que bre­ve­men­te a si­tu­a­ção para uma aná­li­se ini­ci­al. Não é ne­ces­sá­rio ter toda a do­cu­men­ta­ção reu­ni­da para o pri­mei­ro con­ta­to.

Per­gun­tas fre­quen­tes

Dúvidas sobre locação e despejo

O que é uma ação de despejo?

É a me­di­da ju­di­ci­al pela qual o lo­ca­dor bus­ca a re­to­ma­da do imó­vel lo­ca­do. O ca­bi­men­to e o rito va­ri­am con­for­me o fun­da­men­to in­vo­ca­do e as cir­cuns­tân­cias do con­tra­to.

Em quais situações pode ser ajuizada uma ação de despejo?

A Lei 8.245/1991 pre­vê hi­pó­te­ses como fal­ta de pa­ga­men­to, tér­mi­no do pra­zo da lo­ca­ção e des­cum­pri­men­to de obri­ga­ções con­tra­tu­ais, en­tre ou­tras. Cada fun­da­men­to tem re­qui­si­tos pró­prios, e a aná­li­se de­pen­de do con­tra­to e da si­tu­a­ção con­cre­ta.

O que fazer quando o inquilino está com aluguel atrasado?

O pri­mei­ro pas­so cos­tu­ma ser ve­ri­fi­car o que o con­tra­to pre­vê e for­ma­li­zar a co­bran­ça. De­pen­den­do do caso, é pos­sí­vel dis­cu­tir a co­bran­ça dos va­lo­res, o des­pe­jo, ou am­bos na mes­ma ação.

O locador pode pedir o imóvel de volta a qualquer momento?

Não a qual­quer mo­men­to. A re­to­ma­da de­pen­de do tipo de lo­ca­ção, do pra­zo con­tra­ta­do e do fun­da­men­to le­gal apli­cá­vel. Exis­tem hi­pó­te­ses es­pe­cí­fi­cas na lei, com re­qui­si­tos e pra­zos pró­prios.

O que acontece quando o contrato de locação termina?

O des­fe­cho va­ria con­for­me o con­tra­to e o com­por­ta­men­to das par­tes. A lo­ca­ção pode ser en­cer­ra­da, re­no­va­da ou pror­ro­ga­da por pra­zo in­de­ter­mi­na­do, o que al­te­ra as re­gras apli­cá­veis à de­so­cu­pa­ção.

O locatário pode contestar uma ação de despejo?

Sim. O lo­ca­tá­rio é ci­ta­do e pode apre­sen­tar de­fe­sa. Em de­ter­mi­na­das hi­pó­te­ses, a le­gis­la­ção ad­mi­te ain­da a pur­ga­ção da mora, den­tro das con­di­ções e pra­zos pre­vis­tos em lei.

É necessário notificar antes de entrar com a ação?

De­pen­de do fun­da­men­to. Em al­gu­mas hi­pó­te­ses a no­ti­fi­ca­ção pré­via é exi­gi­da; em ou­tras, não. É uma das pri­mei­ras ve­ri­fi­ca­ções fei­tas na aná­li­se do caso.

É possível cobrar aluguéis atrasados judicialmente?

Sim. A co­bran­ça pode ser fei­ta de for­ma au­tô­no­ma ou cu­mu­la­da com o pe­di­do de des­pe­jo, con­for­me a es­tra­té­gia ade­qua­da ao caso.

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Para en­vi­ar, in­for­me ao me­nos o telefone/WhatsApp ou o e-mail. Os de­mais cam­pos são op­ci­o­nais.

O en­vio des­te for­mu­lá­rio não gera re­la­ção pro­fis­si­o­nal en­tre as par­tes, que de­pen­de de con­tra­to es­cri­to.

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O pri­mei­ro pas­so é en­ten­der o que cons­ta na ma­trí­cu­la e o que exis­te de fato. A par­tir daí é pos­sí­vel in­di­car o ca­mi­nho ade­qua­do.

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